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People Who Matter …. Maria Heitor

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Maria Heitor is a Figueira Beach Rugby International former champion, French National Champion and Portuguese International Player! She is also a big friend of our tournament, and we are delighted to share her thoughts about it and much more! Check it Out! ( To PT Version scroll down the page)

1. You have been playing for the last year in France, having won the French Championship. How did the opportunity arise and what is the balance of this first season in France?

I always had the dream of going out. France and England were my choices because they were the greates European Rugby Countries. The decision to go to France came after a final of a tournament of 10’s played in Belgium, between Benfica and my current team. At the end of the game I realized that it was in that register that I wanted to play. I got in direct contact with the managers  and they got me a job and a place to stay.

I do not think I could have chosen better. Reaching a country where rugby is one of the most important sports, and where women’s rugby, although amateur, has a great weight and have the chance to play the top tier of the French women’s championship, was dream coming true. So that the dream becomes even more perfect, the championship victory for the first time in the history of my club.

2. What is the panorama of the French female Rugby? Is there any kind of professionalism or is it still totally amateurish?

French women’s rugby is one of the biggest powers in the world. Although it is still an amateur sport, there are already clubs that find strategies to find foreign players. The women sevens national team is what became semi professional. As for the XV the players are amateurs but have the status of high level athlete, which allows them to combine work / college with training and games.

3. Last July we had the pleasure of counting on your participation in the FBRI, which we imagine to have been at your suggestion. Was it easy to persuade your colleagues to come to Portugal?

Yes, quite easy. It was enough to tell them that in Portugal we had the best beach rugby tournament in Europe, sun, beach and cheap mojitos. They did not even think twice, and those who had a chance to take a few days off on vacation ventured. We loved it and for the year we are there again!

4. Having participated in the tournament several times, not only as a player, since in one of the editions you were also a referee of the competition, what is the general opinion about the event?

True, I’ve had the chance to go through the tournament in different ways and as I said above, I think it should be the best beach rugby tournament. I confess that I am not a fan of beach rugby but I can not say no to FBRI. It’s one of the best and funniest tournaments ever. The diversity of teams, the party, the competition, the organization are some of the ingredients to make this tournament one of the great parties of rugby.

5. In 2016 you won the Tournament for the second time, being the first athlete to achieve it by two different teams. What was it like after you “persuaded” your teammates to take part in the Tournament, to win in a highly contested final against a team, Sport Porto, which has been fighting for a few years for the final victory?

Having the chance to play the FBRI is lucky, beating it is the icing on the cake. It was an intense game. Between two very different teams. From my side a team made up of forwards who had never tried to play on the beach, on the other a team with a good handling. A game so different but that ended up being balanced, forcing the extra play. To get to the end of such a tight game and achieve victory is an inexplicable sensation.

6. Finally we would like you to share with us your plans for the near future, and if we will be able to see you in July 2017 in the beaches of Figueira da Foz.

At the beginning of this season I came back to France, I want to play another year or two at this level and then maybe ‘pack my boots’.

As for 2017 the “putain de nanas” will be back! It’s promised!
Thank you to the entire organization of the tournament for providing us with fantastic moments in Figueira!

 

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PT Version

1. Estás desde o ano passado a jogar em França, tendo conquistado o Campeonato Francês. Como surgiu a oportunidade e qual o balanço dessa primeira temporada em França?

Sempre tive o sonho de ir jogar para fora. França e Inglaterra eram as minhas escolhas por serem as grandes potências europeias. A decisão de ir para França surgiu depois de uma final dum torneio de 10’s jogada na Bélgica, entre o Benfica e a minha actual equipa. No final do jogo percebi que era naquele registo que eu queria jogar. Entrei em contacto directo com a equipa técnica e arranjaram-me um emprego e sítio para ficar.

Acho que não podia ter escolhido melhor. Chegar a um país onde o rugby é um dos desportos mais importantes e onde o rugby feminino, apesar de amador, tem um grande peso e ter a hipótese de disputar o principal escalão do campeonato feminino francês, só mesmo em sonhos. Para que o sonho se torne ainda mais perfeito, a vitória do campeonato pela primeira vez na história do meu clube.

 

2. Qual é panorama do Rugby feminino Francês? Existe algum tipo de profissionalismo ou ainda se mantém totalmente amador?

O rugby feminino francês é uma das maiores potencias mundiais. Apesar de ainda ser um desporto amador, já há clubes que arranjam estratégias para ir buscar jogadoras estrangeiras. A seleção feminina de sevens é que se tornou semi profissional. Quanto à de XV as jogadoras são amadoras mas têm o estatuto de atleta de alto nível o que lhes permite conjugar o trabalho/faculdade com os treinos e jogos.

 

3. Em Julho passado tivemos o prazer de contar com a vossa participação no FBRI, que imaginamos ter sido por sugestão tua. Foi fácil convencer as tuas colegas a vir a Portugal?

Sim, bastante fácil. Bastou-me dizer-lhes que em Portugal tínhamos o melhor torneio de beach rugby da Europa, sol, praia e mojitos baratos. Nem pensaram duas vezes e as que tinham hipótese de tirar uns dias de férias aventuraram-se. Adorámos e para o ano estamos lá outra vez!

 

4. Tendo já participado no torneio por diversas vezes, não só como jogadora, uma vez que numa das edições foste também árbitra da competição, qual a opinião geral sobre o evento?

É verdade, já tive a hipótese de passar pelo torneio de diferentes formas e tal como disse em cima, acho que deve ser o melhor torneio de beach rugby. Confesso que não sou fã de beach rugby mas não consigo dizer que não ao FBRI. É dos melhores e mais divertidos torneios de sempre. A diversidade de equipas, a festa, a competição, a organização são alguns dos ingredientes para tornar este torneio uma das grandes festas do rugby.

 

5. Em 2016 venceste pela segunda vez o Torneio, tendo sido a primeira atleta a consegui-lo por duas equipas diferentes. Qual foi a sensação de após “convenceres” as tuas colegas de equipa a participar no Torneio, vencerem numa final altamente disputada, contra uma equipa, o Sport Porto, que luta há já alguns anos pela vitória final?

Ter a hipótese de jogar o FBRI é uma sorte, vencê-lo é a cereja no topo do bolo. Foi um jogo intenso. Entre duas equipas bem distintas. Do meu lado uma equipa feita de avançadas que nunca tinham experimentado jogar na praia, por outro uma equipa com um bom handling. Um jogo tão diferente mas que acabou por ser equilibrado, obrigando a jogar o prolongamento. Chegar ao fim dum jogo tão renhido e conseguir a vitória, é uma sensação inexplicável.

 

6. Por fim gostaríamos que partilhasses connosco os teus planos para o futuro próximo, e se te poderemos ver em Julho de 2017 nos areais da Figueira da Foz.

No início desta época voltei para França, quero jogar mais um ou dois anos a este nível e depois talvez «arrumar as botas».

Quanto a 2017 as «putain de nanas» estarão de volta! Está prometido!

Obrigada a toda a organização do torneio por nos proporcionarem momentos fantásticos nos areais da figueira

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, , , , , , , , , , , , January 4, 2017

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